Mercado pet: Em alta setor pode ser uma alternativa rentável na pandemia


 Enquanto a maioria dos setores econômicos tem amargado perdas com a pandemia, 2020 foi mais um ano de ganhos para o mercado pet no país: o crescimento estimado é de 13,5% em relação a 2019, com faturamento acima dos R$ 40 bilhões. A projeção é do Instituto Pet Brasil, com base nos números até o terceiro trimestre do ano passado, cuja alta foi puxada pelo comércio de alimentos para animais e de produtos veterinários.

Com quase 142 milhões de animais de estimação, a participação global do Brasil no consumo de produtos pet vem crescendo e o país é hoje o terceiro no ranking de faturamento, à frente do Reino Unido e atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A expectativa é que, até o 2025, o mercado brasileiro tenha uma expansão de 42,7%, de acordo com a consultoria Euromonitor.

Com as limitações impostas pelo coronavírus, a ampliação do e-commerce – que já estava em andamento no setor – foi acelerada. Entre 2017 e 2020, as vendas on-line de produtos pet triplicaram no Brasil. Os canais digitais de compras e serviços para animais de estimação, que estão cada vez mais completos e complexos, chegam a reunir dezenas de milhares de itens e incluem até programas de assinatura.

Mas a invasão dos bichos no ambiente virtual vai além: eles ocuparam as redes sociais e se tornaram influenciadores. Perfis de pet têm se multiplicado, atraído audiência do público e despertado o interesse das marcas, que passaram a incluir mais esse canal  nas suas estratégias de marketing.


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