A onda de violência contra as mulheres ultrapassa fronteiras

A onda de violência contra as mulheres ultrapassa fronteiras – diariamente, ganhando adeptos como se fosse uma “religião”, tudo isso, motivado por uma única certeza: A impunidade.

Nos países do Oriente Médio e da África Central, mulheres diariamente são queimadas com ácido, tem suas genitais cortadas para não sentirem “prazer” no ato sexual, mostrando assim plena subserviência aos esposos, que mais parecem mestres dos feitores de escravos mais bárbaros do Século XVI.

No Brasil, não diferente do restante do mundo, mulheres sofrem com a violência sexual e doméstica diuturnamente, mesmo com leis avançadas, se comparadas ao restante do mundo.

Mas existe um problema central em toda essa questão e bem, eu não me furtarei em abordá-lo ainda que seja criticado, a final, nunca me permiti a censura. O maior problema da violência contra a mulher se chama RELIGIÃO!

A onda de violência contra as mulheres ultrapassa fronteiras
A onda de violência contra as mulheres ultrapassa fronteiras

A onda de violência contra as mulheres ultrapassa fronteiras

Ainda ostentamos o título nada honroso de sermos o 4º país no mundo em número de casamentos infantis. Estamos acabando com a vida de milhares de meninas, que para fugir da miséria, obrigam-se a casar com homens, muitas vezes com o triplo de suas idades. São meninas de nove, dez, onze anos.

Nos países árabes, se não em todos, mas em sua grande maioria, aproveitando-se das tradições religiosas, mulheres são feitas escravas, com direito a tronco, chibata, ácido e mutilações.

Quando cansada e disposta a abandonar a vida que só lhe trás sofrimento, essa mulher grita, chama atenção do mundo o quanto pode, então é acusada de adúltera, enterrada em um buraco até a altura dos ombros, e apedrejada em nome de deus.

A violência não fica apenas por conta dos povos islâmicos, os cristãos também fazem parte do time, seitas espalhadas pelo mundo todo, como os menonitas ortodoxos, pregam a subserviência das mulheres aos homens, onde são tratadas com desprezo e violência.

E não são apenas eles dentre os cristãos a pregarem patifarias como essa, de que a mulher deve “servir” ao marido, na maioria das vezes, trocam a palavra servir por “honrar”, o que significa a mesma coisa.

As Nações Unidas, Anistia Internacional, World Vision, Actionaid, Médicos Sem Fronteira, Plan, e tantas outras organizações mundo a fora, tem levado consolo e buscado justiça.

A onda de violência contra as mulheres ultrapassa fronteiras

Entretanto ainda são poucos. Todos os dias milhares de mulheres são abusadas das formas mais cruéis que se possa imaginar, e bem, precisamos fazer alguma coisa.

Aqui no Brasil você já sabe o que fazer ao presenciar violência contra a mulher, basta pegar seu telefone, sair da sua zona de conforto, e discar 180.

Mas no mundo, você pode ajudar publicando a realidade que acontece logo ali, dando voz as mulheres que não tem voz.
Ainda que todos se calem, se a tua voz ecoar, não haverá silêncio.

#NenhumaMulherAMenos #PorSerMenina

Por Patrick M. R. Canterville

 

NR: O machismo começa dentro de casa, por isso, ensine seu filho a respeitar as mulheres. É de pequenino é que se torce o pepino!

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